
Bom, não escrevi tanto como inicialmente queria, enquanto estive lá, mas pelo menos vivi tudo como queria. E fui uma afortunada por tudo o que encontrei.
Nunca fui grande coisa a contar histórias, e contar a história da minha viagem não vai apenas num post, e muito menos no primeiro! Ainda está tudo atabalhoado, e ainda me agarro à inquietude de mudar o mundo.
E este post já foi escrito para aí 3 vezes... Sempre que olho para ele acho que está com um nível de lamechice demasiado grande e apago-o.
Claramente o tempo que passei lá é relativo, o pouco tempo que foi, foi muito tempo a ser vivido, mas não foi tempo suficiente para lá estar! Queria mais.
Ainda agora voltei e as saudades já são muitas, provavelmente porque foram muitos Adeus em pouco tempo, e quando dizemos adeus a algo que nunca será igual, custa mais do que quando dizemos adeus a "casa". O nosso íntimo acaba por pensar "oh, vai estar sempre lá", e é mais fácil sair de casa para outros horizontes.
Vou voltar, e acho que estas duas palavras resumem o que achei da viagem, das pessoas, do programa de voluntariado, do país e da minha experiência.
É bom sentir que estamos a ajudar o outro, e ainda é melhor quando sentimos isso e estamos rodeados de pessoas tão especiais e que nos dão força (mesmo a km de distancia). Isto é algo que vou puxar para o meu dia-a-dia, ainda não sei muito bem é como :)

Sandrinha
ResponderEliminarAcabei de ler tudo o que tens escrito na tua publicação e,confesso, gostei muito.Fico contente ao verificar que te tens adaptado muito bem e que gostas da vivência por essas terras longínquas. És uma digna embaixadora dos nossos antepassados que deram novos mundos ao mundo.Com toda a minha amizade felicito-te e faço votos que esse querer te acompanhe sempre.Muitos bjinhos do tio João
Obrigada pelas suas palavras tio,
EliminarFiquei muito contente de as ler :)